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E-commerce: uma alternativa do mercado frente ao Covid-19

 

 

    Não é mistério que a chegada do novo Covid-19 abalou o mundo em diversas formas. A cidade de Wuhan, na China, estratégica ao comércio internacional por ser um pólo industrial chinês e importante ponto logístico interno por situar-se nas margens do rio Yangtzé, o maior da Ásia e um dos mais movimentados do mundo, foi o epicentro da pandemia do vírus Covid-19, que espalhou-se por mais de 180 países, originando crises nas áreas da saúde e economia.

 

    Como medida preventiva, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomendou o isolamento social para combater a disseminação do vírus. Tal medida tem sido adotada pela grande maioria dos países, com casos mais extremos, como o fechamento das fronteiras nacionais a vizinhos como, por exemplo, a Alemanha e a Argentina. O isolamento, também chamado como quarentena, tem reduzido o tráfego de pessoas pelas ruas das cidades, bem como a movimentação comercial. Dessa forma, mesmo com a diminuição do movimento em ambientes públicos, a demanda da população pelos serviços essenciais determina que a produção fabril não suporte essa busca a longo prazo.

   

    Em contrapartida, empresas de serviços e produtos secundários têm sofrido no período de quarentena devido ao isolamento social e decreto dos governos que proíbem a abertura das lojas, medida já adotada em alguns países e algumas cidades brasileiras. Decorrente disso, o mercado se adaptou rapidamente, nos levando a um cenário onde o E-commerce, ou comércio eletrônico, vive em grande crescimento. Segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), na primeira quinzena de março, algumas lojas registraram crescimento de 180% no volume de vendas de produtos relacionados a alimentos e saúde, e cerca de 30% para produtos de outras categorias.

 

 

 

 

    Esses números condizem com os resultados da pesquisa realizada pela NZN Intelligence, que afirma que 71% dos brasileiros compram ou pretendem aumentar suas compras online. Já segundo a Compre e Confie, empresa que trabalha com inteligência de mercado, o único setor que registrou queda de vendas foi o de eletrônicos, em cerca de 23% das vendas em período normal. Com o grande foco em alimentos e produtos de higiene e saúde, o setor de vendas online ainda não registrou, entretanto, um aumento no faturamento total, uma vez que tíquete médio das vendas online diminuiu, ou seja, houve um aumento na procura de produtos de menor valor agregado em relação ao que era demandado em uma situação normal, como eletrônicos, por exemplo.

 

    Tal alternativa às idas a mercados ou farmácias visa diminuir o contato humano e, consequentemente, a chance de exposição ao novo Covid-19. Além de representar uma possível solução de vendas a empresas de serviços e produtos secundários que enfrentam as dificuldades da situação em seus negócios. A F5 Junior apoia e recomenda a quarentena e o encerramento de determinadas atividades comerciais potencialmente prejudiciais ao delicado momento que vivemos. Trabalhamos e recomendamos o Home Office como forma de manter as atividades de sua empresa em dia, mesmo longe do escritório.

 

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