Doces: um mercado em crescimento


Aperitivos e quitutes são uma constante em todo o Brasil, sendo consumidos diariamente em muitas mesas após almoço ou janta. Muitos são feitos a base de chocolate, amendoim, leite ou de diferentes frutas muito populares em diversas regiões do Brasil. O pé-de-moleque, a paçoca e o açaí, são exemplos de sabores regionais que tomaram o país, sendo comuns em cada canto de nosso país, todos esses bastante diversos entre si.


Mais do que isso, os sabores dos doces brasileiros não se limitam as nossas fronteiras. Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o setor de exportações de doces vem em uma tendência crescente desde 2017, com grandes expectativas para os próximos anos. Esse clima de otimismo é resultado de um projeto em parceria entre a Apex-Brasil e a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas), o Brazil Sweets and Snacks, que busca fomentar e apoiar as exportações de doces brasileiros.


Segundo o MDIC (Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e de dados gerados pela ferramenta ComexStat, os principais destinos dos doces brasileiros são os Estados Unidos, Alemanha, Rússia e países árabes, como os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. Em decorrência disso, cada vez mais empresas exportadoras da área têm incluindo traduções para outras línguas, a fim de facilitar a inclusão dos produtos no mercado interno desses países.

Além disso, em decorrência da proximidade geográfica, os países latino-americanos possuem grande parceria comercial com o Brasil e isso não é diferente quanto aos doces, sendo a Argentina, o Uruguai e o Paraguai, os principais importadores do chocolate e alimentos a base de cacau de origem brasileira, importando, juntos, o equivalente a US$ 49,78 Milhões, em 2019. Enquanto que para amendoim e alimentos feitos a sua base, o destaque como importador sul-americano é a Colômbia, tendo importado mais US$ 8,80 Milhões ao longo de 2019. Ainda assim, os principais destinos do amendoim brasileiro são a Rússia, que importou o equivalente a US$ 95,29 Milhões, em 2019, e os Países Baixos, que compraram US$ 26,77 Milhões do produto.


Nós da F5 já temos um artigo sobre o mercado de chocolates e a sustentabilidade como tendência internacional. Nosso conteúdo e as razões para se investir em inovações sustentáveis você encontra aqui.


O mercado de doces brasileiros já está consolidado em diversos países de todo o mundo e pode ser uma aposta segura e rentável para os empreendedores nacionais. Mas, quais afinal são as etapas do processo de exportação? O que levar em consideração para tomar essa decisão e em qual mercado se inserir?

Pode encontrar as respostas para essas perguntas conversando conosco. Contamos com uma equipe capacitada e disposta a conversar e sanar as suas dúvidas. Aproveite para saber mais sobre nossos serviços e receber uma proposta personalizada para sua empresa e mercado!



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