Vinhos e Comércio Internacional: Uma forte conexão!


Essencialmente cultivado na Região Sudeste, principalmente no estado de São Paulo, já no século XVII, o vinho possuía uma posição de relevância no comércio brasileiro. E, apesar de restrições ao comércio desse produto por Portugal, com a vida da Família Real Portuguesa para o país em 1808 e a abertura dos portos, ocorreu uma intensa troca de mercadorias no território e vinhos de diversas partes do mundo chegaram ao Brasil.O fortalecimento desse produto no Rio Grande se deu com a chegada de imigrantes italianos, os quais concentraram seus esforços principalmente em um cultivo artesanal inicialmente.


O início das empresas de vinho propriamente estabelecidas na nação se deram no início do século XX e diversas áreas brasileira, tornaram - se referência nesse setor, a exemplo da Serra Gaúcha, Por esse motivo, já nas décadas de trinta e quarenta, pouco tempo após o surgimento dessas organizações, o vinho brasileiro havia se tornado ainda mais participativo no mercado. Mas foi por volta de 1990, que ocorreu de fato uma expansão desse setor no cenário internacional, quando, devido às quedas das barreiras de importação impostas ao território, o Brasil, aliado a potências como os Estados Unidos, a Inglaterra e o Japão, integra o grupo que dispõe dos maiores estoques de vinho no mundo.


Nos últimos houve um aumento da comercialização do vinho no Brasil, tanto na exportação quanto na importação. Gradualmente, o mercado nacional se abre para o consumo dessa bebida e, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho, desde 2015, o consumo de vinhos e espumantes aumenta no país. De 2017 a 2018, houveram os maiores aumentos percentuais do comércio nesse setor, sendo que, no primeiro semestre do ano corrente, as importações de vinhos já alcançaram um acréscimo de 40% em relação ao mesmo período do ano anterior e as exportações, 37% de aumento em comparação a 2017.

Nesse cenário, as principais relações comerciais estabelecidas pelo Brasil no processo importador de vinhos foi com: Chile, Argentina, Itália, França e Portugal, Quando se trata de exportação, no entanto, esses parceiros são outros, e o destino desses produtos são, principalmente os Estados Unidos, Japão, China, Reino Unido, Paraguai e Cuba. Como resultado desse crescimento no mercado das vinícolas, em 2017 houve uma grande demanda das empresas brasileiras a serviços que as auxiliassem nos processos de inserção no mercado internacional, mas também, nos procedimentos necessários para trazer vinhos e espumantes de fora do país e oferecer diversificação de opções e, em alguns casos, menores custos.

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